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Projeto Terça no Crea traz ao auditório do Conselho debate sobre “Tanques de Armazenamentos Atmosféricos”

O projeto Terça no Crea desta semana, trouxe ontem (21.05), ao auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco (Crea-PE), o tema: Inspeção parcial ou completa de tanques de armazenamentos atmosféricos.

Como expositor tivemos a participação do Especialista em Qualidade pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com 31 anos de experiência em Indústria Metalúrgica, Siderúrgica e Empreiteira, onde se destacou exercendo funções na Gestão de Qualidade, Processo de Engenharia, Produção e Manutenção, o engenheiro mecânico, Rozenildo Rocha, da R Rocha Consultoria, que também possui expertise em qualidade, soldagem, montagem eletromecânica, dutos e obras de infraestrutura.

A palestra teve início com a palavra do engenheiro, apresentando aos convidados a Resolução ANP nº 42, de 18 de agosto de 2011, que estabelece os requisitos necessários à concessão de autorizações de construção e de operação de instalação de tanques combustíveis líquidos automotivos, combustíveis de aviação, solventes, óleos lubrificantes básicos e acabados, gás liquefeito de petróleo (GLP), óleo combustível, querosene iluminante e asfaltos a serem outorgadas ao distribuidor, como também da necessidade de contratação do Profissional Habilitado (PH), com competência legal, graduado na disciplina e não coligado a empresa requerente.

Segundo Rozenildo, esses tanques de pressão servem, basicamente, para armazenar gases sob pressão, para que possam ter um maior peso em um volume relativamente pequeno; fazer acumulação intermediária de gases e líquidos, em sistemas onde é necessária essa função.

Normalmente, necessitam de projetos específicos para sua construção, mantendo cuidados especiais na fabricação, na montagem e nos testes, uma vez que podem trazer riscos aos operadores, por operar com altas pressões e temperaturas elevadas.

Diante dos perigos que podem causar, os tanques precisam ser projetados, fabricados e operados dentro de uma série de normas, utilizando-se materiais adequados para cada tipo de aplicação, já que qualquer falha pode acarretar sérias consequências, inclusive podendo provocar perda de vidas humanas. Eles estão entre os equipamentos considerados de alta periculosidade.

O engenheiro também exemplificou quais os tipos de tanques existentes e as especificações que a lei exige, para sua fabricação. Também falou sobre a NR13, que passou a englobar tanques, a partir de dezembro de 2018 que exige programação/intervalos de inspeção, tanto externa, com tanque em operação, como geral, com tanque fora de operação. O palestrante apontou os roteiros determinados, e também a modalidade de relatórios (dez), a serem gerados nas inspeções.

Por fim encerrou-se o evento, abrindo espaço para perguntas e respostas, onde na ocasião, houve intensa participação do público presente ao debate.

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