Crea-PE faz, hoje, 77 anos

 

O Conselho de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Pernambuco (Crea-PE) comemora, nesta quinta-feira (07), 77 anos de fundação. Ao longo de sua história, o conselho profissional pernambucano tem se destacado como um dos mais atuantes do Estado. Surgiu a partir da evolução da profissão de engenheiro no Brasil e da necessidade de existência de uma entidade que fiscalizasse não só o exercício da profissão, mas que também funcionasse como uma espécie de guardiã da legislação da área, o Conselho tem também o compromisso com o desenvolvimento profissional.
 
O Crea-PE constrói uma história de credibilidade e é responsável por profissionais que participam ativamente do desenvolvimento do estado. “Sempre atento às novas demandas das profissões envolvendo o crescimento, cada vez maior, de Pernambuco, o Conselho presta serviço aos profissionais vinculados e à sociedade, permanecendo ativo na missão de fiscalizar o exercício da profissão e de lutar pelo social e pelo humano”, diz José Mário Cavalcanti, presidente do Crea-PE.
 
 
HISTÓRIA – O CREA-PE começou suas atividades a partir da sua instalação como autarquia federal em 07 de julho de 1934. Na época, foi chamado de CREA 2ª Região, e abrangia os estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, e Ceará. Tinha sede no Recife. Mais tarde, em 22 de maio de 1953, através de resolução do Confea, é retirado o estado do Ceará e incorporados o estado de Alagoas e o Território de Fernando de Noronha. Em 1977, por nova resolução do Confea, os Creas passam a ter denominação na sigla pelo estado onde estão sediados seguidas das siglas das unidades da federação supervisionadas. Com este formato, passou a se chamar CREA-PE-FN. Por fim, após a constituição de 88, assume sua atual nomenclatura, CREA-PE.
 
Nos anos 80, o CREA-PE inaugurou uma nova fase na sua história, com a eleição, de forma direta, do primeiro engenheiro a presidir a entidade, entre 1985 e 1987, o professor Jaime de Azevedo Gusmão.
 

O Conselho serve à sociedade no sentido de garantir que o exercício das profissões da Engenharia, Arquitetura, Agronomia, Geologia, Geografia, Meteorologia e Técnicos de nível médio seja feito dentro do que determinam as leis e as normas de segurança e qualidade, além de contribuir para o aperfeiçoamento e qualificação dos profissionais.