Com uma abordagem detalhada, Terça no CREA avalia o potencial logístico do Estado


O engenheiro de Operação/Produção, Marcílio Cunha, discorreu sobre o “Potencial Logístico de Pernambuco”, no Terça no CREA de ontem (05.04), tomando como referência as potencialidades encontradas na Região Nordeste, segundo dados da Secretaria de Planejamento do Estado de Pernambuco, em um raio de 300 Km, tais como: 4 capitais; 2 aeroportos internacionais; 3 aeroportos regionais; 4 portos internacionais; 12 milhões de pessoas; mais de 35% do Produto Interno Bruto (PIB) do Nordeste. Aumentando esse raio para 800 km, o palestrante apresentou os seguintes dados: 6 capitais; 4 aeroportos internacionais; 5 portos internacionais; 1 porto fluvial; 20 milhões de pessoas e 90 % do PIB do NE.

De acordo com dados de Janeiro de 2016, do Banco do Nordeste, R$ 6,266 trilhões do PIB brasileiro, R$ 670,800 bilhões são gerados na Região Nordeste, sendo deste total R$ 138,518 bilhões, gerados no Estado de Pernambuco.

Dentre as atividades desenvolvidas no Estado, Marcílio Cunha destacou no Sertão, a apicultura a extração da gipsita para transformação em gesso, álcool, fruticultura e no perímetro  irrigado do São Francisco, a pecuária e a agricultura irrigada. Seguindo para o Agreste, a avicultura e, finalmente na Zona da Mata, destaque para a atividade sucroalcooleira.

O palestrante ainda apontou como ponto positivo para a nossa posição no cenário nacional, os estaleiros, refinaria, polo de poliéster, terminais, termelétricas e a unidade de regaseificação. Também chamou a atenção para os números alcançados pelo polo de confecções do Agreste, assim como do Vale do São Francisco, Gesseiro do Araripe, as áreas de influência de importantes empreendimentos como o polo famacoquímico, complexo industrial de Goiana, Suape, entre outros.

Outro ponto abordado pelo palestrante diz respeito aos diversos modais utilizados no Estado.