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Discussões sobre saneamento e recursos hídricos é o mote da tarde no Seminário Sobre Riquezas e Oportunidades no Semiárido

IMG_1679O presidente da Associação de Engenheiros Ambientais de Pernambuco (AEAMB-PE), José Luis Loureiro, abriu a tarde de trabalho, nesta terça-feira (07), do segundo dia do Seminário Riquezas e Oportunidades no Semiárido – Água, Saneamento e Energia. O evento teve início na noite da segunda-feira (06), no Quality Hotel Petrolina.

Na oportunidade, o especialista fez um breve relato do panorama sanitário no Brasil. Ainda na ocasião, José Luis Loureiro destacou o emprego das tecnologias para auxiliar o enfrentamento das situações problemas. “Se é um problema, também é uma solução! Precisamos perceber isso. Por exemplo, temos aqui 12 horas de incidência solar. Isso é um problema e também uma solução”, explica Loureiro.

“Por essa razão, ações como este seminário são fundamentais para o desenvolvimento da região. Por isso, eu faço das palavras do professor Mário Antonino as minhas. Eu tenho orgulho de ser engenheiro. Orgulho da minha categoria profissional está presente em todas as atividades do Produto Interno Bruto (PIB)”, explica Loureiro.  Segundo o especialista, o problema do saneamento básico no Brasil é a falta de planejamento.

Dando continuidade a programação, o geólogo Waldir Duarte Costa fez palestra sobre “Aproveitamento hídrico subterrâneo na região semiárida”.  No início da sua fala, Waldir Duarte chamou atenção para a data de realização do Seminário. “Na semana em que comemoramos o Dia Mundial do Meio Ambiente, no dia 5, o Crea-PE traz um debate de alto nível sobre Água, Saneamento e Energia para a região de Petrolina. Nada melhor para festejar a data”, explica o geólogo.

Durante sua fala, o especialista apresentou as diversas maneiras e estratégias para otimizar o aproveitamento dos recursos hídricos. Entre as obras apresentadas por eles: os diversos tipos de barragens, implúvios, mandala, poços, cacimbas, entre outros. “O seminárido tem soluções, falta só interesse dos governantes. Se não tem como mudar o clima, podemos implantar soluções que minimizem o problema da falta d’água”, finalizou o geólogo.

Rui Gonçalves
ASC do Crea-PE

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