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Barragens, irrigação e energias renováveis são os temas discutidos na manhã do Seminário Riquezas e Oportunidades no Semiárido  

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Engenheiro Agrônomo Urbano Lins falou sobre irrigação para os presentes

A manhã do segundo dia de trabalhos do Seminário Riquezas e Oportunidades no Semiárido – Água, Saneamento e Energia, realizado no Quality Hotel Petrolina, nesta terça-feira (07), proporcionou o debate sobre barragens, açudagem, irrigação e energias renováveis. Após as boas-vindas dadas pelo presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco (Crea-PE), Evandro Alencar, o professor Mário Antonino deu início aos debates do dia.

Com o tema “ Barragens e Açudagem no Semiárido”, o professor promoveu uma discussão sobre a situação das barragens no Estado. Além disso, na ocasião, o professor destacou a importância das manutenções e cuidado nas barragens pernambucanas.  Em seguida, o engenheiro agrônomo Urbano Lins, natural de Petrolina, falou sobre a questão da Irrigação na região. “A irrigação é fator fundamental para o desenvolvimento da atividade agronômica na região do semiárido. O que precisa ser feito é repensar as estratégias utilizadas para a irrigação”, explicou.

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Marcelo Tabatinga destacou a linha de crédito Energias Renováveis da Mútua

Em seguida, o diretor administrativo da Caixa de Assistência aos Profissionais do Crea (Mútua-PE), Marcelo Tabatinga, ministrou palestra sobre “As Energias Renováveis como Fontes Alternativas de Bombeamentos”. Na ocasião, ele destacou o crescimento e as vantagens das energias renováveis para o desenvolvimento. “O semiárido é uma região de excelente potencial energético. Não só de energia fotovoltaica, mas também de eólica. Só que as pessoas ainda não conhecem o suficiente”, explica Tabatinga.

Ele ainda destacou a necessidade de cuidados necessários para aquisição e desenvolvimento de projetos. Na oportunidade, ele também apresentou a linha de crédito Energia Renovável, oferecida pela Mútua. “Todos os mutualistas podem tirar até 80 salários mínimos, com taxa de juros de 0,3% ao mês, para instalação de projetos de energias renováveis”, explicou. Para finalizar, Tabatinga destacou que a expectativa é de que o novo “boom” da Engenharia seja a geração de energias renováveis. O seminário continua na tarde desta terça-feira (07).

Rui Gonçalves
ASC do Crea-PE

 

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