Crea-PE

Goiana 2ª cidade mais importante do Estado durante a colonização, recebe Fiscalização Dirigida do Crea-PE

Com o compromisso de fazer cumprir a lei que resguarda o mercado de trabalho para profissionais das Engenharias, Agronomia e das Geociências, a segurança da sociedade e fazer cumprir as leis que regulamentam as ações do Sistema Confea/Crea e Mútua, as equipes do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco (Crea-PE), seguem com uma agenda intensa de Fiscalizações Dirigidas que, com a diminuição do número de casos e a constante atenção aos cuidados necessários para evitar contaminação pelo novo Coronavirus, continuam, pela terceira semana consecutiva cumprindo agenda iniciada em Serra Talhada, seguida de Caruaru e agora em Goiana, na Mata Norte do estado e regiões, onde  iniciaram as vistorias, a partir da segunda e seguem até a sexta-feira (24 a 28.08).

De acordo com a Gerente de Fiscalização do Crea-PE, Aldenice Koga, o trabalho está sendo realizado de maneira a contemplar todo serviço ou obra de Engenharia e demais atividades fiscalizadas pelo Conselho, de modo a atender demandas das Câmaras especializadas de Engenharia Civil (CEEC) e Engenharia de Segurança do Trabalho (CEEST). Sobre a cidade de Goiana e municípios vizinhos, a engenheira esclarece que a maior parte dos serviços relativos as áreas tecnológicas são, na maioria, voltados às atividades industriais e as obras e serviços de Engenharia.

A gerente fala com entusiasmo da pequena alta de preços nos insumos utilizados nas obras e serviços de Engenharia o que, na sua opinião, sinaliza uma tímida mudança no panorama econômico do Estado. Também sobre o mesmo assunto, incluindo uma análise principalmente, do aumento de obras realizadas durante o período mais severo da pandemia, o presidente do Crea-PE Evandro Alencar, concedeu entrevista, ao vivo, a Rede Globo para veiculação no Jornal NE1.

De acordo com gráfico das ações, de segunda-feira até a quinta-feira (24 a 27.08), foram realizadas 67 ações nas cidades de Goiana, Itambé, Aliança e Itaquitinga. O balaço total das inspeções será divulgado na sexta-feira (28.08), no final do dia.

Na Mata, um século de História

Em meio a modernidade, das indústrias automobilística e do polo farmacoquímico chama a atenção,  as obras da Usina Central Olho D´Àgua, que neste ano de 2020, completa 100 anos de história e de serviços que muito contribuíram para a sobrevivência das populações do povoado da usina, que compõe o povoado existente no município de Camutanga.

O Grupo Olho D’Água tem origem em 1920, quando os empresários Artur Tavares de Melo, Samuel Hardman e José Hardman assumiram o Engenho Olho D’Água, em Pernambuco. Em 1928, o engenho deu origem à Usina Central Olho D’Água. A partir daí, começou um amplo processo de expansão, tanto no setor sucroalcooleiro como na diversificação para outras atividades industriais.

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