Crea-PE

Movimento pela Transnordestina define estratégias de mobilização

Grupo liderado pelo Crea-PE se reuniu nesta sexta-feira na sede provisória do Conselho  

O movimento Transnordestina Já ampliará a mobilização pela conclusão da ferrovia. Em reunião realizada nesta sexta-feira (5), na sede provisória do Crea-PE, que lidera o grupo, foram definidas estratégias para retomada do debate sobre a importância da obra para o desenvolvimento do Nordeste. Também foram discutidas algumas ações para sensibilizar o Governo Federal sobre o projeto.

O presidente do Crea-PE, Adriano Lucena, defendeu a necessidade de mobilizar os ministros e a bancada de Pernambuco no Senado para reivindicar a obra junto ao Governo. “Precisamos da articulação conjunta dos senadores, da sociedade e das universidades em torno do projeto”, afirmou Lucena. Segundo o presidente, o projeto também é fundamental para a Petrobras, que pode obter ganhos consideráveis com o transporte de combustíveis através do modal ferroviário, e deve ser incluída nessa articulação.

Para Carlos Calado, integrante do Comitê Tecnológico de Pernambuco (CTP) do Crea-PE, é importante também avançar na articulação com os estados de Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte para a recuperação e implantação da malha ferroviária ligando os portos desses estados e de Pernambuco. O primeiro passo já foi dado com uma reunião de representantes de entidades da sociedade civil e do governo desses estados realizada no início deste ano, na sede do Sinduscon-PE.

Fred Jordão, integrante do C e ex-superintendente da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), argumentou também da necessidade de alterar o projeto original da Transnordestina, com o objetivo de atender e viabilizar o transporte de cargas na região, além da integração dos portos entre Natal (RN) e Maceió (AL). Ele também ressaltou a importância da retomada do trecho entre Salgueiro e Petrolina.

Na reunião, que contou ainda com a presença dos integrantes do CTP, Roberto Muniz e Maurício Pina; da presidente do Sinaenco, Mirtes Macedo; e do consultor e sócio da TGI, Francisco Cunha, foi definida uma agenda de mobilização pela Transnordestina ainda neste mês.

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