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Confea assina protocolo de intenções com Agência Brasileira de Cooperação

O Diretor da Agência Brasileira de Cooperação, ministro Marco Farani, participou, na tarde da última quinta-feira (16), da Sessão Plenária do Confea. Na ocasião, o presidente da Casa e o ministro assinaram um protocolo de intenções. “O Confea soma muito nesses esforços de cooperação brasileira”, disse Farani.

O documento estabelece iniciativas que devem contribuir para cooperação técnica do Brasil com países que demandam intervenção estruturante e reconstrução, a exemplo do Haiti, por meio de capacitação nas áreas do Sistema Confea/Crea. Capacitações podem envolver setores de comunicações, edificações, equipamentos urbanos, rurais e regionais, desenvolvimento industrial e agropecuário, entre outros.
 
Para Marcos Túlio de Melo, ABC é fundamental na política externa brasileira. “Se o Brasil quer intensificar sua atuação no plano internacional, tem que fazer cooperação”, defendeu.
 
Ainda sobre o processo de internacionalização em andamento no Confea, Marcos Túlio voltou a fazer referência ao Movimento Pensar as Américas como um dos grandes projetos de inserção internacional dos profissionais registrados no Conselho Federal. Hoje, tornou-se o mais importante projeto conduzido pela União Panamericana de Associações de Engenheiros (Upadi). A ABC foi uma das patrocinadoras do I Seminário Pensar as Américas realizado pelo Crea-PE no Recife, com o apoio do Confea, da Upadi, e do Colégio de Engenheiros da Venezuela (CIV). “Na primeira reunião do Crea-PE com a ABC para a realização do Seminário Pensar as Américas, foi iniciada a discussão para a participação do Sistema Confea/Crea na ajuda e assistência técnica ao Haiti, dando origem ao atual convênio”, disse José Mário Cavalcanti, presidente do Crea-PE.
 
AGÊNCIA – Durante a visita, Farani ministrou palestra sobre a atuação da ABC, órgão ligado ao Ministério das Relações Exteriores. “Trabalhamos com diferentes órgãos do governo brasileiro e cada vez mais com a sociedade brasileira, levando conhecimento sobre a solução de problemas em outros países”, disse. Ele informou que, hoje, o Brasil é a oitava economia do mundo e acredita que em dez anos chegará à quinta posição. “É provável que o Brasil, em 20, 30 anos vai estar somente atrás da China, EUA, Índia e Japão, e talvez até atravesse o Japão em termos de PIB nominal”, completou.
 
Um dos focos da apresentação foi a cooperação Sul-Sul (ou seja, cooperação entre países emergentes, como Brasil, Índia, China e África do Sul). Entre os setores que a cooperação Sul-Sul trabalha, os mais destacados são agricultura (21,88% das cooperações existentes abrangem agricultura), saúde (16,28%), educação (12,12%), meio-ambiente (7,43%) e segurança pública (6,58%). O setor de administração pública, que abrange luta contra corrupção, ocupa 5,84% das cooperações entre os países chamados “do Sul”.
 
* Com informações de Beatriz Leal da Assessoria de Comunicação do Confea

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